
![]() ![]() ![]() |
Meu perfil BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Sexo, Informática e Internet, Vegatarianismo nascido em 19/08 MSN - uuuuhhhh@hotmail.com |
|
Número de animais mortos no mundo pela indústria da carne, leite e ovos, desde que você abriu esta página. Esse contador não inclui animais marinhos, porque esses números são imensuráveis.







O homem implora a misericórdia de Deus mas não tem piedade dos animais, para os quais ele é um deus. Os animais que sacrificais já vos deram o doce tributo de seu leite, a maciez de sua lã e depositaram confiança nas mãos criminosas que os degolam. Ninguém purifica seu espírito com sangue. Na inocente cabeça do animal não é possível colocar o peso de um fio de cabelo das maldades e erros pelos quais cada um terá de responder.
GAUTAMA BUDA
Virá o dia em que a matança de um animal será considerada crime tanto quanto o assassinato de um homem.
LEONARDO DA VINCI
Enquanto estivermos matando e torturando animais, vamos continuar a torturar e a matar seres humanos - vamos ter guerra. Matar precisa ser ensaiado e aprendido em pequena escala.
Enquanto prendermos animais em gaiolas, teremos prisões, porque o ato de prender precisa ser aprendido em pequena escala.
Enquanto escravizarmos os animais, teremos escravos humanos, porque escravizar precisa ser aprendido em pequena escala.
EDGAR KUPFER-KOBERWITZ
Os animais dividem conosco o privilégio de terem uma alma.
PITAGORAS
Minha doutrina é esta: se nós vemos coisas erradas ou crueldades, as quais temos o poder de evitar e nada fazemos, nós somos coniventes.
ANNA SEWELL
Eu temo pela minha espécie quando penso que Deus é justo.
THOMAS JEFFERSON
Compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter, e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem.
ARTHUR SHOPENHAUER
Não creia que os animais sofrem menos do que os seres humanos. A dor é a mesma para eles e para nós. Talvez pior, pois eles não podem ajudar a si mesmos.
DR. LOUIS CAMUTI
O que não concebo é degolar um cabrito, asfixiar uma pomba, cortar a nuca de uma galinha, ou dar punhaladas em um porco para que eu coma seus restos. Não é por uma questão de química biológica o motivo de eu ter me passado para as fileiras do ovo-lacto-vegetarianismo, mas pelo imperativo moral de que minha vida não seja mantida às custas da vida de outros seres.
DR EDUARDO ALFONSO
(médico naturista espanhol)
Os animais do mundo existem para seus próprios propósitos. Não foram feitos para os seres humanos, do mesmo modo que os negros não foram feitos para os brancos, nem as mulheres para os homens.
ALICE WALKER
Aquele que matou um boi é como aquele que matou um humano.
ISAIAS (profeta bíblico)
“E Deus disse, Contemplai, Eu vos dei todas as ervas com semente que existem à superfície da terra, e todas as árvores de fruto, nas quais o fruto contém a própria semente; isto será o vosso alimento.” –Gênesis 1:29
Layout:

l bserve o presépio: tem vaca, cabrito, cordeirinho, todos observando o Menino Jesus.
Em nenhum momento, os magos, José ou Maria sugeriram assar um peru ou um pernil para comemorar...
As pessoas se esquecem de que os primeiros adoradores de Jesus foram justamente os animais.
Quintuplica-se o abate de perus e outras aves, porcos, cabritos e carneiros também são mortos em proporções absurdas.
As pessoas desejam "paz" em suas mensagens natalinas, mas enchem suas mesas com os cadáveres de criaturas inocentes.
Ironicamente, pedem "saúde" no Novo Ano, enquanto se esbaldam em gordura animal.
Aos poucos, esta entupirá suas veias e artérias, detonará seus fígado e afetará profundamente o equilíbrio de seus corpos e mentes.
Um Natal vegetariano, pode ser lindo e farto, um Natal cheio de comidas cheirosas, suculentas e suaves, deliciosas e boas para o seu organismo.
Seu corpo ficará mais leve... e sua consciência, mais leve ainda!!!
* 50% dos grãos produzidos no mundo destinam-se ao fabrico de ração para os animais de engorda.
Se esses mesmos grãos fossem utilizados diretamente na alimentação humana, simplesmente não haveria fome no mundo!
Adptado do texto de: Silvia Lakatos - Jornalista
Fonte: http://www.guiavegano.com/artigos/silvia/
http://www.alexandracaracol.com/ficheiros/NatalVegetariano.pdf
Pense antes de comer!

_,_._,___
Uma cena em Santiago, no Chile, comoveu milhares de pessoas nos últimos dias.
Um cachorro, aparentemente morador de rua, tentou salvar outro cão que havia sido atropelado em uma movimentada rodovia da capital do país.

As imagens da ação, ocorrida na última quinta-feira (4), foram captadas por câmeras de vigilância da estrada. A televisão chilena exibiu as cenas, que foram reproduzidas na internet (veja no Youtube).
Em meio a caminhões e outros veículos de grande porte, o cachorro se aproximou do animal atropelado e, com dificuldade, o arrastou para a margem da rodovia Vespucio Norte.
Rapidamente, funcionários chegaram e retiraram os dois animais. O cão vítima do atropelamento não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. O "salvador", como um bom cão de rua, fugiu logo em seguida.
Fonte: Folha Online
Data: 9/12/2008 14:52:00
INTRODUÇÃO
Atualmente estamos vivenciando um importantíssimo momento ético e legislativo em relação à presença de animais em espetáculos circenses.
Muitos os Estados e Municípios que atentaram para a questão, especialmente pelo crescente pleito da sociedade pelo fim da crueldade que a subsunção dos animais não-humanos aos animais humanos em circo significa. Atualmente são cinco os Estados que proíbem as apresentações, bem como mais de cinqüenta Municípios em todo o país.
Há ainda em tramitação projetos de leis em muitas cidades, alguns Estados, com destaque para a Bahia (PL 16.957/07, de autoria do deputado estadual Javier Alfaya) e também um de âmbito Federal, o PL 7291/06, tramitando atualmente na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados.
A aprovação dos citados projetos de lei é de suma importância, conforme pode-se depreender dos argumentos que apresentaremos a seguir.LEIA MAIS
DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS ANIMAIS (DIDA 2008)
Protesto: Dia Internacional dos Direitos Animais 2008
Tema: LUGAR DE ANIMAL NÃO É NO CIRCO
Data: 07 de dezembro
Horário: pontualmente às 10h30
Apoio: Surya Cosméticos sem Crueldade
Organização: Holocausto Animal e VEDDAS
O QUE É O DIDA?
Todos os anos, desde 1998, o dia 10 de dezembro é comemorado em todo o mundo como o Dia Internacional dos Direitos Animais. Em São Paulo, a data será lembrada pelo 3º ano consecutivo em protesto organizado pelos grupos Pelo Fim do Holocausto Animal e VEDDAS – Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade no dia 07 de dezembro.
A expectativa mínima de público é de 300 pessoas (número aproximado que compareceu ao protesto nos anos anteriores). Devido à urgência e atualidade do tema proposto, esperamos nesse ano reunir ainda mais pessoas. Isso dependerá apenas da disposição dos ativistas, dando a devida atenção à questão dos animais em circo. Dando a devida continuidade à mobilização que o tema merece, estamos cada vez mais próximos de uma vitória significativa para os animais em âmbito nacional.
Todo o material descrito será fornecido pelos organizadores ao público que comparecer ao protesto. Precisamos de muitos voluntários para operar todo esse material (segurar, amarrar, ocupar a carreta, etc), portanto, chegue no horário marcado e, se possível, inscreva-se pelo e-mail voluntarios@
www.holocaustoanima






|
| ||
|
|


VEREADOR AURÉLIO MIGUEL 22888
Responsável pela lei que proibiu a apresentação de circos com animais na cidade de São Paulo.
CONHEÇA OUTRAS CONQUISTAS E PROJETOS PARA OS ANIMAIS
http://www.aureliomiguel.com.br/2008/projetos_231-08.htm
http://www.aureliomiguel.com.br/2007/diadia172.htm
http://www.aureliomiguel.com.br/2007/diadia132.htm
http://www.aureliomiguel.com.br/2007/diadia023.htm
http://www.aureliomiguel.com.br/2005/diadia015.htm
Fonte: Holocausto Animal
competição para produzir carne, ovos e derivados de leite baratos tem levado o "agribusiness" a tratar os animais como objetos e mercadorias. A tendência mundial é a de substituir fazendas familiares pelas granjas industriais: galpões onde os animais são mantidos em currais abarrotados ou cocheiras estreitas. Um grande número de bois de corte, vacas leiteiras, leitões, galinhas e perus são criados nessas condições.
Crueldade industrializada: granjas industriais

Porcas passam a vida inteira em gestação, presas em baias de aleitamento sem poder se virar.

A lei federal norte-americana de Bem-Estar dos Animais (Animal Welfare Act) exclui da proteção os animais de granja, e a maioria das leis anti-crueldade isenta a prática padrão da pecuária. Isso inclui marcar com ferro quente, castrar, cortar o chifre, cortar o bico e a cauda - procedimentos realizados sem anestesia. A maioria das pessoas que comem carne não pensam muito sobre todo o processo que envolve a conversão do animal vivo na carne no prato... Para a pecuária moderna, quanto menos o consumidor souber o que acontece antes que a carne acabe no prato, melhor. Se isso for verdade, seria uma situação éticamente justificável? Deveríamos, nós pecuaristas, relutar em permitir que as pessoas saibam o que realmente se passa, só porque não nos orgulhamos do que fazemos e temos medo que as pessoas se tornem vegetarianas?
Dr. PhD Peter Cheeke, professor de Pecuária da Oregon State University, livro-texto "Contemporary Issues in Animal Agriculture" (Questões Atuais da Pecuária), 1999 Muitos acreditam que os animais criados para alimento devem ser bem tratados porque animais mortos ou doentes não rendem dinheiro. O Dr. PhD Bernard Rollin explica que é "mais eficiente economicamente colocar um número maior de aves em cada gaiola, aceitando menor produtividade por galinha mas maior produtividade por gaiola ... Os animais individuais podem "ter produtividade", por exemplo, em ganho de peso, e também porque ficam imóveis, sofrendo por não ter como se mover ... galinhas são baratas, mas as gaiolas são caras". Esse filme [Babe] é a idéia que as pessoas têm sobre os porcos. Os "Babes" da vida real não vêem o sol em sua vida curta, não têm palha para se deitar, e nem lama para se banhar. Os leitões vivem em gaiolas minúsculas, tão estreitas que não podem sequer se virar. Eles vivem sobre grades de metal, e seus excrementos são empurrados em calhas por debaixo e descarregados em fossas imensas.
Morley Safer reportagem "Pork Power" (Poder dos Porcos), noticiário 60 Minutes, 19/9/1997 Em um artigo recomendando que o espaço seja reduzido de 2,5 para 1,8m quadrados por leitão, o jornal da indústria National Hog Farmer (Fazendeiro de Porcos Nacional) sugere que "amontoar compensa" na produtividade final.
AvesNos EUA, praticamente todas as aves de produção são criadas em granjas industriais. Nessas condições estressantes e superpopulosas, as galinhas bicam-se umas às outras. Para impedir isso, os funcionários cortam até 2/3 dos bicos com uma lâmina quente, causando dor aguda durante semanas. Algumas aves não conseguem comer depois de cortado o bico e morrem de fome. Em galpões pouco ventilados, os excrementos exalam vapores que causam infecções respiratórias, infecções nos olhos e outros danos.
Até seis galinhas poedeiras vivem em uma única gaiola cujo chão feito de grades de arame nao passa de 0,5 metros quadrados. Essas condições levam à debilidade, ossos quebradiços, osteoporose e fraqueza muscular.
Com o aumento do conhecimento sobre o comportamento e as habilidades cognitivas da galinha, veio o reconhecimento de que a galinha não é uma espécie inferior para ser tratada meramente como uma fonte de alimento.
Dr. PhD Lesley J. Rogers, "The Development of Brain and Behaviour in the Chicken" (O Desenvolvimento do Cérebro e do Comportamento na Galinha), 1995
Em 1888, as galinhas punham em média 100 ovos por ano; em 1998, a média era de 256. Ao final de seu ciclo de postura, as galinhas nos EUA são abatidas ou recebem um "choque biológico" que consiste em remover a ração e a água por vários dias para provocar outro ciclo de postura de ovos.

Debicagem
Galinheiro de frango
As granjas de ovos não fazem uso dos pintos machos; eles são mortos por sufocamento em sacos plásticos, decapitação, câmaras de gás ou esmagamento.
De acordo com os estudiosos, as galinhas [criadas para o abate] crescem tão rapidamente que o coração e os pulmões não se desenvolvem o bastante para suportar o resto do corpo, resultando em falha cardíaca congestiva e tremendas perdas por mortes.
David Martin para a revista Feedstuffs (Rações), 26/5/1997
A realidade da vida das vacas
As pessoas normalmente acreditam que não causam mal às vacas ao beber seu leite. No entanto, não é lucrativo manter vacas vivas depois que sua produção de leite diminui - geralmente por volta de 5 a 6 anos de idade, embora a longevidade normal seja de 25 anos. Assim, o consumo de leite e derivados leva diretamente à morte das vacas.

As estatísticas do USDA (Departamento de Agricultura norte-americano) mostram que em 1940, as vacas atingiam em média 2,3 toneladas de leite por ano. Apesar dos grandes excedentes de leite, o Hormônio de Crescimento Bovino (BGH) foi aprovado em 1993; e por volta de 1997, a média era de 8,4 toneladas por vaca. Algumas vacas tratadas com o BGH têm produzido agora cerca de 30 toneladas de leite em um único ano. A produção excessiva de leite leva a danos nos ligamentos da mama, fraqueza, mastite (inflamação da mama) e desequilíbrios metabólicos.1,5
A senhora DeBoer disse que nunca ordenhou uma vaca à mão, e espera não ter que fazer isso. Na fábrica que é seu estábulo, os empregados, quase todos imigrantes latinos, operam o maquinário. "É igual a uma fábrica", ela disse. "Se as vacas não produzem leite, elas viram carne."
"Urban Sprawl Benefits Dairies in California" (Crescimento Urbano beneficia leiterias na California), reportagem do New York Times, 22/10/99
As vacas leiteiras raramente têm permissão para cuidar dos filhotes. Um terço dos bezerros machos é morto imediatamente, ao mesmo tempo que 40% deles é criado para o mercado de vitelas alimentados com uma "ração especial". Esses bezerros são normalmente mantidos em cocheiras individuais acorrentados pelo pescoço com uma corrente de 60 a 90 cm durante 18 a 20 semanas. Depois são mortos.
Muitos peixes possuem uma longa vida natural, um sistema nervoso complexo e são capazes de aprender tarefas não triviais. O livro-texto de Guyton & Hall "Textbook of Medical Physiology" (Compêndio de Fisiologia Médica) de 1996, declara que "as regiões inferiores do cérebro [que todos os vertebrados possuem] parecem ser importantes na percepção dos tipos de dor e sofrimento porque mesmo tendo seu cérebro cortado acima do mesencéfalo para bloquear todos os sinais de dor que atingiriam o cérebro superior, esses animais ainda demonstram inegáveis evidências de sofrimento quando qualquer parte do corpo é traumatizada". A cada ano, aproximadamente 80.000 golfinhos e milhares de outros animais marinhos são aprisionados nas redes de pesca comercial no mundo inteiro. A maioria morre. A pesca industrial esgota as cadeias alimentares marinhas, danificando seriamente os ecossistemas oceânicos.
Durante o transporte, todos os animais de fazenda perdem pelo menos 3% de seu peso, a maior parte na primeira hora de viagem, através da urina e defecação bem como resultado de estresse. Os animais são obrigados a permanecer sobre os excrementos e ficam expostos à condições extremas de temperatura nos caminhões abertos, algumas vezes ficando presos ao caminhão por congelamento.


Essas práticas padrão podem resultar em "baixas" -- animais que ficam doentes demais para andar, mesmo quando são espancados ou recebem choques com aguilhões elétricos. Em currais, os animais em "baixa" são arrastados por correntes, ainda vivos, e dali vão para o matadouro ou para uma pilha de animais mortos, onde são abandonados para morrer.
O Serviço para Animais Selvagens da USDA/APHIS (órgão do Departamento de Agricultura norte-americano) e os criadores de gado matam animais selvagens para proteger os animais de fazenda. Tendo eliminado as populações nativas de lobos e ursos cinzentos, os caçadores do governo federal agora matam cerca de 100.000 coiotes, linces, porcos selvagens, bisões e leões-da-montanha a cada ano. Eles são alvejados por armas de fogo, mutilados em armadilhas cortantes, capturados com laços ou envenenados com cianeto.
O Serviço para Animais Selvagens da USDA/APHIS (órgão do Departamento de Agricultura norte-americano) e os criadores de gado matam animais selvagens para proteger os animais de fazenda. Tendo eliminado as populações nativas de lobos e ursos cinzentos, os caçadores do governo federal agora matam cerca de 100.000 coiotes, linces, porcos selvagens, bisões e leões-da-montanha a cada ano. Eles são alvejados por armas de fogo, mutilados em armadilhas cortantes, capturados com laços ou envenenados com cianeto.

Bisões são mortos para proteger o gado.

Vaca cujo pescoço quebrou quando foi forçada a se separar do filhote é deixada para morrer.
Teve o caso desse touro que eu lidei no ano passado -- esse touro foi um dos maiores que já vi. Estava bem na parte da frente do reboque. E a vontade que ele tinha ... estava tentando ao máximo sair do reboque. Ele estava levando choques um atrás do outros dados por três ou quatro motoristas ... mas seus quadris e suas pernas de trás estavam enfraquecidas demais. E assim, eles continuavam a dar choques. Levou 45 minutos para tirá-lo da parte da frente do reboque até a rampa na parte de trás ... Então, dali ele foi acorrentado pelas pernas da frente mas acabou caindo da rampa até o chão de uma distância que não sei quanto era mas que fez um estrondo ... aí eu disse "Porque vocês não sacrificam logo o infeliz ? O que há com vocês ? Cadê o código de Ética?" e um outro cara disse "Eu nunca sacrifico. Porque eu iria matar uma vaca que ainda pode sair e ainda tem um bocado de carne nela ?" Quando eu comecei, tive uma conversa com um outro caminhoneiro sobre as "baixas". Ele disse "É melhor você não ligar mesmo. Isso tem acontecido por muitos anos. Vai acontecer ainda pelo resto da minha vida e da sua também. É melhor você se conformar. Isso sempre acontece. Você vai ficando um pouco amargo, como eu fiquei. Não pense nos animais. Imagine que eles não estão sentindo nada ou qualquer outra coisa."
Entrevista com um caminhoneiro de gado canadense no documentário "A Cow at my Table" (Uma Vaca na Minha Mesa) sobre a indústria da carne.
Fonte : EXPLORINTER
Números, Números e Números
Há no mundo 1,35 bilhão de bois e vacas. Criamos 930 milhões de porcos, 1,7 bilhão de ovelhas e cabras, 1,4 bilhão de patos, gansos e perus, 170 milhões de búfalos. Some todos eles e temos uma população de animais quase equivalente a humana dedicando sua vida a nos alimentar involuntariamente, é claro. E isso porque ainda não incluimos na conta a população de frangos e galinhas abastecendo a Terra de ovos e carne branca: 14,85 bilhões. Só no Brasil há 172 milhões de cabeças de gado bovino uma para cada cabeça humana. Nosso rebanho bovino só é menor que o da Índia, onde é proibido matar vacas. Na média, um brasileiro come perto de 40 quilos de carne bovina por ano ou seja, uma família de cinco pessoas devora uma vaca em 12 meses. Somos o quarto pais do mundo onde mais se come carne bovina. Um brasileiro médio come também 32 quilos de frango e 11 quilos de porco todo ano.
'O que eu faço, é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor.'M Teresa de Calcutá





Façamos Uma Vida Carente Mais Feliz!
1. Ajude Mensalmente Abrigos De Animais,
Creches, Orfanatos, Asilos, com:
Alimentos, Ração, Remédios, $$$, Voluntariado!
2. Colabore com os Carentes Do Caminho:
- Tenha Na Bolsa, Na Mochila, Um Pouco De Ração,
Água, Biscoitos, Bombons;
- Tenha No Coração Um Pouco De Carinho,
Ajude com uma Prece!
3. Adote 1 Animalzinho Carente:
- Dos Grupos De Proteção Animal;
- Da Carrocinha/CCZ (Os Animais Não Adotados São
Sacrificados Em Até 10 Dias)
4. Vai Passear Num
Parque Arborizado?
Alimente Com Milho Quebrado,
Pedaços De Pães:
- Os Pássaros,
- Os Peixes Do Lago, …
—
São Francisco De Assis:
“Não ferir nossos irmãos humildes, (os animais),
é nosso primeiro dever para com eles, mas
apenas fazer isto não é o bastante.
Nós temos uma grande missão:
estar à serviço deles sempre que precisarem!
Se você tem homens que excluirão quaisquer das
criaturas de Deus do abrigo da compaixão e
misericórdia, então,
você terá homens que tratarão igualmente os
os membros de sua raça humana.”
Jesus:
“Amarás a teu próximo como a ti mesmo!”
Mahatma Ghandi:
“Tudo que vive é teu próximo!”
fonte:Arca de noé
Penadinho, personagem da Turma da Mônica, dá uma lição sobre peles e suas consequências com uma linguagem fácil e divertida, marca dos personagens de Maurício de Sousa. Um assunto extremamente importante, parabéns Maurício.
Leia na íntegra a estorinha clicando na imagem
Nós, representantes da raça Homo sapiens, queremos através desta, pedir desculpas às criaturas irracionais que habitam este imenso planeta.
Pela nossa inabilidade em conservar, usufruir sem degradar e utilizar racionalmente os recursos naturais do meio ambiente, destruindo em poucos dias o que a natureza leva milhões de anos para construir.
Perdoem-nos pela nossa falta de sensibilidade, quando abandonamos cadelas e gatas prenhas, filhotes e animais velhos nas ruas ou nas estradas para morrerem mais depressa.
Eles sucumbem aos poucos, por doenças, tristeza e abandono e vemos todos os dias centenas de corpinhos estirados nas margens das estradas.
Pedimos perdão pela nossa falta de consciência ao aprisionarmos animais em jaulas ou gaiolas, privando-os do bem mais precioso, a liberdade.
Perdoem-nos pela nossa voracidade em utilizar seus corpos como alimento, obrigando-os a uma vida cheia de privações, sem o mínimo conforto, apenas para saciar a nossa gula primitiva.
Pedimos desculpas pela nossa falta de ética crônica ao utilizarmos suas vidas em experimentos laboratoriais, quando existem outras alternativas.
Pedimos desculpas por utilizar sua força em nosso proveito, trabalho nem sempre necessário e muitas vezes apenas para nosso divertimento, como nos rodeios, circos, touradas e outras festas que martirizam os animais, apenas para a diversão mórbida de alguns.
Pela nossa falta de respeito às espécies, deixando muitas chegarem à completa extinção por causa da caça predatória, da matança para retirada das peles e comércio ilícito de penas, ossos e marfim a fim de confeccionar amuletos inúteis.
Perdoem-nos pelas queimadas criminosas que poluem o ambiente e ceifam milhares de vidas silvestres.
Perdoem-nos pela nossa falta de misericórdia, pela violação dos santuários ecológicos, pelo desmatamento, pela pesca indiscriminada e pela poluição dos rios.
Perdoem-nos pelos derramamentos de petróleo nos mares, pelas aves agonizantes que morrem sem poder livrar-se do óleo em suas penas, essa hemorragia negra e nefasta, que de quando em quando deixamos sangrar nos mares.
Pedimos desculpas por condená-los à frieza das grandes metrópoles, à mercê dos laçadores, e à morte, nos moldes de Hitler, nas cruéis câmaras de vácuo.
Perdoem os homens por não saberem compartilhar o planeta com os outros seres vivos, e por ignorar o que significa conviver pacificamente com a natureza.
Pobres de nós, seres humanos... Não temos idéia de que a paz, artigo em falta nos tempos atuais, está em saber viver harmoniosamente com todos os seres que compartilham conosco esta empreitada de aprendizado.
E que Deus tenha piedade de nós no dia fatídico do ajuste final de contas.

Fonte : AKATU
Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.
No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.
Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.
O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.

Tartaruga deformada por aro plástico
A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. 'Como foi possível fazermos isso?' - 'Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo'.
Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.

Aves morrem porque comem nosso lixo
Segundo PNUMA, o programa das nações unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.

Ave morta com o estômago cheio de pedaços de plástico
E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.
Fontes: The Independent, Greenpeace e Mindfully
